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Medicamentos e álcool não combinam no Carnaval! Entenda os riscos

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O Carnaval é um dos momentos mais aguardados do ano. Contudo, a data traz um risco que deve ser levado em consideração: a mistura de álcool e medicamentos. Seja por questão de tratamento ou algum sintoma pontual, não é rara a combinação durante o período — e o hábito pode trazer mais problemas que soluções.

Dependendo da interação, a mistura pode causar desde tontura e perda da coordenação motora até hemorragia gastrointestinal, alerta a farmacêutica Samilla Dornellas, cofundadora e CGO da Far.me.

Segundo ela, o álcool pode interagir de maneiras imprevisíveis com diferentes tipos de medicamentos. A mistura pode potencializar ou diminuir seus efeitos, e também aumentar o risco de efeitos colaterais.

“Desde um possível aumento de sonolência, tontura e náuseas, o álcool pode ampliar efeitos colaterais e também comprometer a eficácia do tratamento. Além disso, aumenta o risco de overdose e, em alguns casos, resulta em efeitos negativos no sistema nervoso central”, explica a especialista.

Medicamentos comuns também podem trazer riscos

Por mais que algumas pessoas achem que o risco é maior com remédios controlados, aqueles tomados sem receita também podem causar cenários de atenção, pontua Samilla.

“Ainda que misturando uma pequena quantidade de substância alcoólica no corpo com medicamentos que não necessitam de uma receita médica, como analgésicos, anti-inflamatórios e antialérgicos, as consequências podem agravar o quadro clínico de uma pessoa”, adverte.

O uso do paracetamol para curar uma dor de cabeça, por exemplo, junto de uma bebida alcóolica, pode sobrecarregar o fígado. Isso aumenta o risco de danos hepáticos, inclusive hepatite medicamentosa.

Leia a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.

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