Senador Jorginho Mello resume perseguição a Luciano Hang: ‘O senhor não é de oligarquia. O senhor construiu a sua vida sozinho’

Durante a sessão da CPI da Pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, na qual o empresário Luciano Hang foi destratado e humilhado por diversos senadores, o senador Jorginho Mello expressou revolta com o fato do empresário ter sido convocado, e ali tratado como criminoso, sem qualquer indício de crime.

O senador comentou acusações feitas ao empresário que, além de infundadas, nada tinham a ver com a pandemia, supostamente o objeto da CPI. Jorginho Mello disse: “Quero pedir desculpas pelos atropelos, pelas contrariedades hoje acontecidas. Agora começou a amainar – o senhor viu –, começou o Plenário. Infelizmente, a gente poderia aqui estar fazendo um debate ainda maior, mas eu quero lhe dizer que o senhor é um empresário que não pode ser massacrado, não pode ser hostilizado; o senhor tem que ser aplaudido”. O senador acrescentou: “Saiba que o senhor veio hoje aqui e sai maior do que chegou. Não tenha dúvida disso – não tenha dúvida disso!”

O senador Jorginho Mello resumiu os motivos da convocação do empresário, dizendo: “Continue sendo esse brasileiro entusiasta, esse brasileiro vibrante, que não se entrega, que acredita no Brasil, que acredita no trabalho. O senhor não é de oligarquia. O senhor construiu a sua vida sozinho”.

Além de perseguido na CPI, o empresário Luciano Hang também é perseguido por setores do Judiciário, em inquéritos que se baseiam em supostas reportagens produzidas pelo cartel midiático e aceitas como prova mesmo sem apresentarem qualquer suporte fático. Em um inquérito, o empresário foi incluído entre os investigados após um jornal afirmar que ele financiaria “disparos de zap”, com valores astronômicos. O empresário processou o jornal, e, quando o caso foi analisado por um juiz de Direito, o juiz reconheceu que não havia qualquer elemento fático que justificasse a acusação e condenou a jornalista e o jornal, reconhecendo que não houve o mínimo esforço de apuração.

O mesmo procedimento de aceitar depoimentos de testemunhas suspeitas e interessadas, e tomar suas palavras como verdadeiras, se repete em diversos inquéritos nas Cortes superiores. Esses depoimentos, “relatórios” e “reportagens”, produzidos por pessoas interessadas, embasam medidas extremas contra conservadores, como buscas e apreensões, censura, e até mesmo prisões.

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