AGORA: Mulher invade evento para insultar Bolsonaro e é vaiada pela população; presidente rebate

Durante discurso em que anunciou recursos para o metrô de Belo Horizonte e outras obras de infraestrutura, o presidente Jair Bolsonaro foi interrompido por uma militante de extrema esquerda, que foi intensamente vaiada pelo público presente.

Bolsonaro rebateu: "Calma, pessoal. Isso é bom que aconteça. Não vou ofender essa senhora. Diz um velho ditado: Quem, até os 30, não foi de esquerda, não tem coração. Quem, depois dos 30, continua de esquerda, não tem cérebro. Terei o maior prazer de debater com o candidato dessa senhora. Vamos comparar o meu governo com os anos de PT".

O presidente comparou o uso do BNDES, que em seu governo está viabilizando o metrô de Belo Horizonte, com o uso do banco nos governos petistas, enviando recursos dos contribuintes brasileiros para financiar obras em ditaduras “amigas” do PT. O público reagiu às respostas de Bolsonaro gritando “a nossa bandeira jamais será vermelha”.

Bolsonaro apontou: “Não podemos gastar mais que o limite estabelecido por lei. Por isso, eles faziam essas obras fora do Brasil e projetos mirabolantes aqui dentro. Só de refinarias que foram anunciadas e não foram construídas…Ou seja, não se beneficia um barril sequer de petróleo. O prejuízo deixado para nós foi de 230 bilhões de reais. Vocês estão pagando essa conta”. O chefe de Estado advertiu, ademais, para os efeitos do comunismo bolivariano na América Latina: “Roraima não tinha energia elétrica. Vinha da Venezuela, que faliu, mesmo integrando a OPEP. Nas mãos de comunistas e socialistas, faliu. Hoje, Roraima é abastecida por termelétrica. A construção começa no corrente ano. Em três anos, Roraima estará integrada a todo o nosso Brasil. Tem o famoso ‘e daí’. ‘E daí’ que todos os brasileiros subsidiam parte da energia de Roraima, tendo em vista o seu preço".

O presidente disse que preferia falar das boas notícias e disse: “podemos financiar obras em nosso Brasil, com dinheiro nosso, para nós, como esse metrô”. Bolsonaro acrescentou: “Eu não posso, sozinho, mudar o destino do Brasil. O que cada um de vocês fizer pela sua pátria é o que ela será no futuro”.

Nesta toada, ele salientou: “A gente tem que acreditar em nossa pátria (…). Como demonstrado no 7 de setembro, temos de lutar para que cada um dos incisos do artigo 5º da Constituição seja cumprido. Liberdade, ir e vir, direito ao trabalho, direito de culto, não aceitar narrativas. Nós conseguimos a vacina para todos os brasileiros. Quem aceita mordaças para ter mais segurança acabará sem liberdade e sem segurança”.

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