Brasil deve ter mais 10 anos de déficit primário e risco elevado de rompimento do teto de gastos a partir de 2025, diz IFI

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SÃO PAULO – O Brasil não deve registrar superávit primário ao longo da próxima década e pode ver sua dívida bruta superar a marca de 100% do Produto Interno Bruto até 2030 – muito superior à de outros países emergentes. A avaliação é da Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado Federal, que em seu cenário base indica uma sequência de ao menos 17 anos de contas desequilibradas.

Pelas perspectivas do órgão, a dívida bruta do governo geral deve encerrar a década em 103,4% do PIB. O cenário base considera crescimento de 3,0% em 2021 – ante 2,8% estimados em novembro –, de 3,4% em 2022 – mesmo patamar do último relatório –, e 3,2% em média entre 2023 e 2030.

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), no cenário base, seria de 3,2% neste e no próximo anos, e teria uma média 3,0% nos outros sete anos. A taxa básica de juros (Selic), por sua vez, foi estimada em 2,75%, 4,25 e 5,9% nos respectivos períodos. Os dados constam do Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF).

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